quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Êxtase

Fazemos coisas sem pensar, coisas as quais nos fazem sofrer. Acabamos amando pessoas as quais não veêm nada em nois além de uma amizade. Amamos pessoas que são diferente do nosso modo de ser mas que ao nosso lado nos fazem nos sentirmos em um sonho de fadas, somos capazes de abrir mão de tudo por um simple sorisso da pessoa amada.
Vivemos em um mundo no qual tudo nos leva a pensar na pessoa, que tudo não tem sentido se ela não estiver do nosso lado. Nos momentos que passamos do lado dela sentimos em um completo êxtase, nos sentimos livres e capazes de fazer tudo por aquela pessoa que esta do nosso lado e sem ela que a vida perde o seu valor.
Caímos em dúvidas, dúvidas as quais não nos deixa viver em paz, dúvidas as quais fazem a gente sofrer mais do que saber que a pessoa que amamos não nos ama.E muitas vezes mesmo sabendo que estamos sendo usados não fazemos nada sobre isso ate que cansamos e por fim sofremos ate que encontremos outra pessoa que nos traga tal êxtase

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Especial pra mim

Especial é...

Nada é mais especial do que o exercício pleno do amor, do que a vivência diária desse sentimento natural em todas as suas múltiplas formas e cada manifestação mesmo que tímida desse sentimento maior, traduz a verdadeira essencia da vida: amar!

Então viva todos os seus amores de uma forma especial, porque especial é...
Saber que você está sempre por perto
Especial é...
Perceber seu olhar cúmplice do meu
Especial é...
Caminhar ao seu lado tendo as mãos entrelaçadas.
Especial é...
Me contagiar com a sua gargalhada...
Especial é...
O melhor de cada um de nós...
Especial è...
Concluir que só vale a pena com você.
Especial é...
Ter a vontade adivinhada
Especial é...
A primeira mordida da fruta amadurecida.
Especial é...
Sentir o seu perfume depois do amor.
Especial é...
O calor do seu corpo colado no meu.
Especial é...
Contemplar sua imagem e sentir o desejo.
Especial é...
Calar sua voz ao sabor de um beijo.
Especial é...
Voltar depois da briga com o amor renovado.
Especial é...
Receber um forte abraço inesperado.
Especial é...
Me sentir livre para estar preso a você
Especial é...
Prover de afeto a nossa rotina.
Especial é...
Ser presenteado com a sua alegria.
Especial é...
Fazer bonito o amor de cada dia.
Especial é...
Entender as diferenças
Especial é...
Plantar a amizade em terra fértil
Especial é...
Descobrir que a felicidade e um dom natural
Especial é...
Saber que para você eu sou muito, muito especial.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Amor

Desde que te vi me surpreendi
com sua beleza e seu sorriso
é como se eu estivesse em um paraíso.
Os dias, horas, minutos e segundos podem passar
mas vc nunca esqueça que pra sempre vou te amar.

Gostaria de sumir e nunca mais te ver
para nunca mas ter que sofrer
Os anos se passariam e eu te esqueceria
e o que um dia ja foi nunca mais seria

terça-feira, 3 de maio de 2011

VIDA

"Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis”.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado,
Já fui amado e não soube amar.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... ...tive medo de perder alguém especial
(e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida...
e você também não deveria passar. Viva!!!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E
A VIDA É MUITO
para ser insignificante"
Texto de charles Chaplin - VIDA

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Verdão com a mão na taça

Já venho falando há algum tempo que dificilmente o Palmeiras não vai ficar com o título desta edição da Copa Sul-Americana. Pelos seus méritos, lógico! Mas também pela nítida fragilidade dos adversários. Acompanhei de perto a vitória contra o Atlético-MG e vi uma equipe guerreira em campo. Bem com as características do Felipão, que é genial nesse tipo de disputa em mata-mata.

Agora esse título, mais do que a taça e a vaga para a Libertadores, valerá para saldar as dívidas do clube acumuladas nesses últimos meses. Na verdade, últimas temporadas. Pouca gente sabe, mas o Verdão ainda paga muita gente que não está mais trabalhando lá. Casos dos técnicos Muricy e Antônio Carlos, e jogadores como Obina, Robert e Vágner Love.

O Palmeiras está com a mão na taça. Nas semifinais pegará ou Avaí ou Goiás, duas equipes que estão lutando para fugir do rebaixamento (assim como foi com o Galo, que atuou com os reservas nos dois jogos das quartas). Depois encara ou LDU, que já não é o mesmo time campeão da Libertadores em 2008, e Independiente da Argentina ou Deportes Tolima da Colômbia. Baba, né?

Só fico imaginando que muita gente deve estar torcendo contra o Verdão, já que se ele efetivamente vencer a Sul-Americana extingüe a quarta vaga do Brasileirão à Libertadores. Aí muito planejamento vai para as cucuias.

http://kigol.com.br/neto/post/verdao-com-a-mao-na-taca

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Rachel de Queiroz

Professora, jornalista, romancista, cronista e teatróloga brasileira nascida em Fortaleza, CE, primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras (1977) eleita para a Cadeira no. 5, na sucessão de Cândido Mota Filho, e uma das mais importantes romancistas do movimento regionalista contemporâneo do Nordeste. Filha de proprietários rurais do Ceará, foi para o Rio de Janeiro (1915), em companhia dos pais que procuravam, nessa migração, fugir dos horrores da terrível seca, que mais tarde a romancista iria aproveitar como tema de O quinze, seu livro de estréia (1930). No Rio, a família Queiroz pouco se demorou, viajando logo a seguir para Belém do Pará, onde residiu por dois anos.

Regressando a Fortaleza, matriculou-se no Colégio da Imaculada Conceição, onde fez o curso normal, diplomando-se aos 15 anos (1925). Estreou no jornalismo (1927), com o pseudônimo de Rita de Queluz, publicando trabalhos no jornal O Ceará, de que se tornou afinal redatora efetiva. Ali publicou seus primeiros poemas à maneira modernista e iniciou sua carreira literária com o romance O quinze, tratando sobre o drama dos flagelados da seca, na extrema pobreza e sem ter quem os oriente sobre o cultivo da terra, romance que lhe trouxe a consagração com o Prêmio da Fundação Graça Aranha (1931). Seguiram-se vários outros sucessos até fixar residência no Rio de Janeiro, RJ (1939), passando também a se dedicar ao teatro e à crítica literária em revistas e jornais como no Diário de Notícias, em O Cruzeiro e em O Jornal. Membro do Conselho Federal de Cultura, desde a sua fundação até sua extinção (1967-1989), participou da 21a Sessão da Assembléia Geral da ONU (1966), onde serviu como delegada do Brasil, trabalhando especialmente na Comissão dos Direitos do Homem.

Iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S. Paulo e no Diário de Pernambuco (1988). Outras importantes obras da autora foram os romances João Miguel (1932), Caminho de pedras (1937), As três Marias (1939), Prêmio da Sociedade Felipe d’Oliveira, O galo de ouro (1950) e Memorial de Maria Moura (1992), as peças Lampião (1953), Prêmio Saci, de O Estado de São Paulo (1954), e A beata Maria do Egito (1958), Prêmio de teatro do Instituto Nacional do Livro e Prêmio Roberto Gomes, da Secretaria de Educação do Rio de Janeiro (1959), os volumes de crônicas A donzela e a moura torta (1948), Cem crônicas escolhidas (1958), O caçador de Tatu (1967) e Mapinguari (1964-1976) e os livros infantis O menino mágico (1969), Prêmio Jabuti de Literatura Infantil, da Câmara Brasileira do Livro (São Paulo), Cafute Pena-de-Prata (1986) e Andira (1992). Ainda foi laureada com os seguintes prêmios e honrarias: Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de obra (1957), Prêmio Nacional de Literatura de Brasília para conjunto de obra (1980); título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará (1981), Medalha Marechal Mascarenhas de Morais, em solenidade realizada no Clube Militar (1983), Medalha Rio Branco, do Itamarati (1985), Medalha do Mérito Militar no grau de Grande Comendador (1986) e Medalha da Inconfidência do Governo de Minas Gerais (1989).

Seu último grande sucesso literário foi Memorial de Maria Moura (1992) que se tornou minissérie de televisão. Sofrendo de diabetes, morreu enquanto dormia em sua casa no bairro do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, 13 dias antes de completar 93 anos (17/11), vítima de um infarto do miocárdio. A escritora cearense já havia sofrido um derrame (1999), tinha dificuldades de locomoção e era acompanhada por uma enfermeira, e o corpo dela foi velado no prédio da Academia Brasileira de Letras, no Rio, e enterrado no mausoléu de sua família no Cemitério São João Batista, em Botafogo, ao lado de seu segundo marido, Oyama de Macedo, com quem viveu 42 anos.

No ano do centenário de nascimento de Rachel de Queiroz (1910-2003), está previsto o lançamento de duas coletâneas de crônicas, um livro de ensaios de críticos sobre a obra e uma biografia, em forma de diário, para o público juvenil.

Primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras, em 1977, a autora do clássico "O Quinze" vai receber homenagens. Uma sala da Bienal vai se chamar "Não Me Deixes", nome da mitológica fazenda da escritora em Quixadá (CE).

http://www.brasilescola.com/biografia/raquel-queiroz.htm

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Grafite é arte?


Sim, o grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos, onde os grafiteiros deixam a sua inscrição nas paredes.
Muitos confundem o grafite com a pichação, que é o ato de escrever ou rabiscar em muros e prédios como uma forma de protesto ou insulto
e, por isso ainda há pessoas não consideram o grafite como arte.

Diferentemente da pichação, é muito mais fácil remover uma pintura feita por um grafiteiro do que remover os rabiscos feitos com sprax aerosol utilizado pelos pichadores.
Os Gêmeos e o Kobra são um dos mais famosos grafiteiros brasileiros. Suas obras estão espalhadas pelo mundo inteiro e cada um tem uma característica própria.
Hoje, o grafite é muito respeitado e muitos museus conhecidos possuem uma fachada decorada com esta arte.